Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
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MARIANA SCHREIBER
DE BRASÍLIA
Atualizado às 11h58.
Após se contrair no terceiro trimestre, a economia brasileira apresentou recuperação em outubro acima do esperado. Segundo estimativa do Banco Central, a atividade avançou 0,77% ante setembro, valor um pouco superior ao que projetavam economistas, baseados no desempenho da indústria e do varejo no período.
Foi a maior variação mensal do IBC-Br desde abril deste ano. O índice já foi considerado uma prévia do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), mas o desencontro entre o IBC-Br e os dados oficiais da economia fizeram os analistas olharem com cautela para os números.
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Apesar dos sinais de que a atividade voltou a desacelerar um pouco em novembro, o bom resultado de outubro reforça a leitura de que a economia voltou a crescer no último trimestre do ano.
"O resultado apontado pelo indicador [o iBC-Br] reforça nossa expectativa de crescimento do PIB de 0,4% no quarto trimestre, após queda de 0,5% verificada no terceiro trimestre", destaca relatório do Bradesco.
A queda de 0,5% do PIB foi divulgada pelo IBGE na semana passada. O resultado veio pior que o estimado pelo BC, cujo índice apontava para queda de 0,12%.
De acordo com o banco Itaú, os indicadores preliminares apontam para recuo da produção industrial e ligeira queda das vendas no varejo ampliado em novembro. Ainda assim, o banco prevê expansão de 0,6% do PIB nos últimos três meses do ano.
Entre altas e baixas, o IBC-Br acumula crescimento de 2,44% nos últimos 12 meses. A projeção predominante no mercado é de que o PIB fechará 2013 com alta de 2,35%.