Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
O governo tenta tirar proveito político das declarações do Santander. Parece que as instituições financeiras privadas começam a sofrer ingerência do governo, que não aceita análises normais que fazem parte do dia a dia da economia. Estamos vivendo num país dito democrático, mas o mercado está sendo ameaçado com terrorismo pelo governo federal. Caminhamos para uma situação de cerceamento de ideias e análises de economistas, que tem como dever orientar os investidores.
ANGELA ALMEIDA SEGUNDO (Vitória, ES)
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Inacreditável como no Painel do Leitor a maioria dos comentaristas tece loas à atuação do Banco Santander no episódio da analista que aterrorizou seus clientes preferenciais sobre os "perigos" que correria a economia brasileira em uma eventual reeleição de Dilma. Cabe salientar que o empresariado realmente produtivo, embora cauteloso com a atual situação nacional e internacional, não demonstram pânico sobre o futuro, como se constata pelas diversas reuniões e diálogos com o governo federal. A atitude visivelmente político-eleitoral do banco espanhol -com lucros enormes no Brasil- deveria ser rechaçada pelo cidadão brasileiro bem informado e bem-intencionado, independentemente de sua preferência partidária, pois interfere na livre escolha dos cidadãos.
JOSÉ GILSON SOARES (São Paulo, SP)
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Penso que há uma falha de raciocínio no episódio em que analista do Banco Santander divulgou análise política em documento oficial do banco, apenas para os correntistas de alta renda. Sua demissão não deve ser vista pelo viés político, mas institucional: um funcionário não pode falar em nome de uma instituição sem o aval da mesma. Se a analista tivesse escrito para um jornal, a demissão seria injusta e injustificável; ao usar os canais da instituição, sem autorização prévia, para opinião pessoal, cometeu um erro, não importando o acerto da sua análise. Por isso foi punida.
MANUEL VÁZQUEZ GIL (São Vicente, SP)
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