Prefeituras de PR e PE preparam parcerias público-privadas para lixo
As prefeituras de Maringá (PR) e Caruaru (PE) preparam editais de parcerias público-privadas para serviços de coleta e tratamento ... Ler mais
A Caixa Econômica Federal já contabilizou em dois finais de semana do Feirão da Casa Própria deste ano quase o volume de investimentos de todo o evento no ano passado.
Nas sete cidades que já receberam o evento, foram movimentados R$ 9,6 bilhões. Outros cinco municípios ainda vão receber a feira. No ano passado, o volume total de negócios registrados em todo o feirão foi de R$ 10 bilhões.
São Paulo registrou o maior volume de negócios até agora, com R$ 2,5 bilhões. Paraná e Fortaleza registraram R$ 1,45 bilhão e R$ 1,03 bilhão, respectivamente. Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Rio de Janeiro somaram, juntas, mais R$ 4,63 bilhões.
As próximas a receber o evento, de 25 a 27 de maio, serão Uberlândia (MG), Campinas e Porto Alegre. Na última etapa, no período de 8 a 10 de junho, Belém e Florianópolis também serão contempladas.
No total, são cerca de 430 mil imóveis oferecidos com condições de financiamento facilitadas e taxas de juros menores.
JUROS
Em abril deste ano, a Caixa cortou juros para o setor imobilário. As novas taxas vão de 4,5% a 10% ao ano mais Taxa Referencial, de acordo com o valor de imóvel e a renda. Antes, chegava a 11%.
No caso dos mutuários que adquirem um imóvel avaliado em até R$ 500 mil, as taxas foram reduzidas de 10% para pelo menos 9% ao ano.
Para quem tem conta-corrente, cheque especial e cartão de crédito do banco, os juros podem chegar a 8,4%. Já os clientes que optarem por transferir o salário para Caixa podem ter até 7,9%.
Imóveis com valores superiores a R$ 500 mil terão taxas de financiamento reduzidas de 11% ao ano para 10% ao ano, podendo chegar a 9% ao ano de acordo com os produtos e os serviços da Caixa que os clientes usarem.
Na linha que usa os recursos do FGTS, a taxa máxima foi reduzida de 8,4% para 7,9%. Se o cliente tiver conta no fundo de garantia (caso de assalariados), fica em 7,4%. A modalidade é válida para compra de imóveis de no máximo R$ 170 mil e famílias com renda de até R$ 5.400.